
Compreensão da vida: Um dia você descobre que tudo que você acha ou achava que era importante, na verdade, nunca foi. Um dia você percebe que por mais inteligência que você possua, não serve de nada para algumas situações e que você ainda não sabe nada, foi uma mera ilusão da vida para te ensinar a caminhar. Um dia você aprende que tudo na vida acontece por vontade de Deus e que você nunca vai poder fazer nada para modificar essa vontade. Um dia você acorda e não vê mais o sol, o céu, as nuvens da mesma maneira, mas com um brilho mais intenso. Um dia você descobre que, não importa quanto tempo ou quilômetros você tenha percorrido, não é o suficiente. Um dia você percebe que aquela pessoa que achava que menos se importava com você foi a que mais te ajudou a levantar nos momentos de queda. Um dia você presencia aquela pessoa que dizia ser sue amigo, te virar as costas, então você compreende que você não significava nada e talvez nunca signifique. Um dia os seus olhos, os seus ouvidos e a sua boca passam a compreender de forma significativa a verdade sobre a vida. Um dia você pode dormir planejando grandes projetos e acordar sem realizá-los. Um dia você aprende que não se pode pular os obstáculos que a vida coloca em seu caminho, mas descobre que pode superá-los. Um dia a lágrima mais inesperada surge e a lágrima mais esperada não. Um dia você percebe que ninguém é igual a ninguém e que você não possui o poder de mudar as pessoas. Um dia seu olhar pode se deparar com alguém que você jamais esperava e esse alguém pode ser seu destino. Um dia você passa a encarar as derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, compreendendo que é daí que surgem as forças para continuar seguindo em frente. Um dia você descobre que sempre foi capaz de fazer certas coisas, bastava apenas vontade e ousadia. Um dia as palavras que te afetavam no passado não representam nada no presente e não representará nada no futuro. Um dia aquilo que você deixou passar despercebido ou por falta de determinação, pode voltar de novo para você. Basta você querer. Um dia a luz que você achava importante e fundamental na sua existência se apaga, e então você descobre que não era a luz que te guiava, mas as escolhas que você fazia. Um dia a vida termina....E você percebe que ainda havia mais a se fazer no mundo....
Deborah Gacia. Para terminar essa postagem desejo dizer aos que costumam visitar esse meu espaço que NINGUEM está autorizado a falar por mim em salas de chat. Aliás, locais que estou afastado já tem muito tempo. E se sei das coisas que por lá se passam é atraves de emails que recebo de pessoas que ainda considero amigas e peço a elas tambem que não me enviem mais nada relacionados às discórdias que por lá possam acontecer, pois realmente não me dizem respeito e nem tampouco perderei meu tempo que é muito valioso me defendendo. Beijo a quem é de beijo, abraço a quem é de abraço. OS QUE SE SENTIREM ATINGIDOS POR ISSO QUE FALEI( ESCREVI) LEIAM ATENTAMENTE O TEXTO DE DEBORAH GARCIA E, COM CERTEZA ENTENDERÃO.
- Postado por: Serelepe às 14h51
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A Espera Hoje acordei e senti que um anjo, Estava acariciando a minha face. Senti que os raio do sol alimentavam meu ser E me senti feliz, Ao sair e andar pelo meu jardim. Continuava sentir que alguém me acompanhava. Pisando na grama ainda que molhada pelo orvalho da noite Sentia uma energia que me tomava, Era como se alguém Quisesse me dizer, Ainda te amo! Mesmo estando fora do seu tempo Estou contigo a todo o momento Como vinha as mensagens não sei dizer, Ou talvez falta de lucidez fizesse acreditar Que você é meu Anjo, Que enxuga as lagrimas durante a noite Não tenho duvida você ainda esta ao meu lado Esperando com paciência a minha ida Não consegui conter a emoção que me dominava Mas sei que a espera pode até ser longa, Mas vou esperar... Até o momento de te encontrar E sermos felizes em outra dimensão
- Postado por: Serelepe às 20h16
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Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a Outra: - Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas. E elas contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra: - Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente. E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê: - Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez. E um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos. Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha: - Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica? - Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento. - E por que é que estão com cara de famintas? - Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você? - Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia. Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer: - Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia? - Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora. - O que as lesmas têm a ver com pulgas? - Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me deu o diagnóstico. - E o que a lesma sugeriu fazer? - "Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança". MORAL: Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.
- Postado por: Serelepe às 14h51
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O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome. O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos. O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina. O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos. Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina. O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água. O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome. O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel. O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso. O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala. O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte. As falas do personagem Joaquim foram extraídas da poesia "Os Três Mal-Amados", constante do livro "João Cabral de Melo Neto - Obras Completas", Editora Nova Aguilar S.A. - Rio de Janeiro, 1994, pág.59.
- Postado por: Serelepe às 11h51
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Numa fazenda nasceu um lindo burrinho. O fazendeiro, logo que o viu, e percebendo que nascera forte e robusto, fez planos em prepará-lo para puxar a carroça de feno quando fosse maior. Mas o tempo foi passando, e o burrinho mostrou-se muito esperto: dentre os animas do curral, era o que sempre conseguia comer a melhor comida, deitar na melhor sombra, sempre bebia água fresca e outras regalias. O bichinho foi crescendo até que chegou o dia em que o fazendeiro resolveu usá-lo na carroça. O burro, tentando evitar a fadiga, se recusou a puxar. O fazendeiro usou todas as técnicas que sabia, mas não conseguiu fazer com que o animal realizasse a tarefa. Desanimado, soltou o bicho no curral e não o usou para mais nada. Daí que passou pela fazenda um mascate, que andando pelo lugar viu aquele animal solto no curral. Ao ver como ele era forte, fez uma oferta de compra ao fazendeiro. Esse logo lhe avisou que, apesar de robusto, não podia ser usado para puxar carroça, pois era muito teimoso. O mascate não ligou, pois ia tentar educar o animal para puxar sua carroça. O fazendeiro contou-lhe que já havia tentado de tudo e que não dera resultados, mas que se aquela era a sua vontade, então ia vender o bicho. Os dois fecharam negócio e o mascate levou o animal para casa. Certo dia o mascate ia sair em viagem e resolveu prender o burro em sua carroça. Tentou fazer com que o burro puxasse usando as técnicas convencionais, mas como havia dito o antigo dono do animal, elas não deram certo. Então o mascate usou uma artimanha: colocou uma cenoura pendurada na ponta de uma vara, deixando-a bem a frente do burro. O animal, muito feliz ao ver a cenoura, logo se movimentou em direção à ela, levando também a carroça. E assim o mascate passou a ir onde queria com sua carroça, e burro passou o resto de sua vida correndo atrás da cenoura. “As pessoas vêem o sucesso como uma miragem, como aquela história da cenoura pendurada na frente do burro, que nunca a alcança. As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade. Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes. Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixará felizes. Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias”. Nunca brinque com os sentimentos das pessoas; algum dia você pode acabar sendo o brinquedo" Roberto Shinyashiki
- Postado por: Serelepe às 11h23
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Encontro Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pasteis e guaraná, e começou sua caminhada. Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto dele, abriu sua mochila, e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então lhe ofereceu um pastel. O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava muito feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro. Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido. Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face. "O que você fez hoje que te deixou tão feliz?" Ele respondeu. "Passei a tarde com Deus" e acrescentou: "Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi." Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou: "Por onde você esteve que te deixou tão feliz?" Ele respondeu. "Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus". Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou: "Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?" Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um honesto elogio, ou até um ato de carinho. Tudo isso tem o potencial de fazer virar uma vida. Por medo de diminuir deixamos de crescer. Por medo de chorar deixamos de sorrir!!! Portanto sorria! Autor desconhecido Enviada por: Edeli Arnaldi
- Postado por: Serelepe às 23h14
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PRESENTES - PRIMAVERA
Presentes que ganhei pela chegada da PRIMAVERA 2009 MIMO DA PRIMAVERA 2009-CANTINHO DA TERNURA

 
- Postado por: Serelepe às 16h40
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Tocando Em Frente! Ando devagar porque já tive pressa Levo esse sorriso porque já chorei demais Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe Só levo a certeza de que muito pouco eu sei Eu nada sei Conhecer as manhas e as manhãs, O sabor das massas e das maçãs, É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso a chuva para florir Penso que cumprir a vida seja simplesmente Compreender a marcha e ir tocando em frente Como um velho boiadeiro levando a boiada Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou Estrada eu sou Conhecer as manhas e as manhãs, O sabor das massas e das maçãs, É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso a chuva para florir Todo mundo ama um dia. Todo mundo chora Um dia a gente chega e no outro vai embora Cada um de nós compõe a sua história Cada ser em si carrega o dom de ser capaz De ser feliz Conhecer as manhas e as manhãs O sabor das massas e das maçãs É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso a chuva para florir Ando devagar porque já tive pressa E levo esse sorriso porque já chorei demais Cada um de nós compõe a sua história, Cada ser em si carrega o dom de ser capaz De ser feliz Almir Sater. Composição de Almir Sater e Renato Teixeira.
- Postado por: Serelepe às 00h26
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A Felicidade Anda Por Aí! Dizem que a vida é curta, mas não é verdade. A vida é longa para quem consegue viver pequena felicidade. E essa tal felicidade anda por ai, disfarçada, como uma criança tranqüila brincando de esconde-esconde. Infelizmente às vezes não percebemos isso e passamos nossa existência colecionando nãos: A viagem que não fizemos, o presente que não demos, a festa que não fomos, o amor que não vivemos, o perfume que não sentimos. A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador; quando se é piloto e não passageiro pássaro e não paisagem, cavaleiro e não montaria. E como ela é feita de instantes, não pode nem deve ser medida em anos ou meses, mas em minutos e segundos. Esta mensagem é um tributo ao tempo. Tanto aquele tempo que você soube aproveitar no passado quanto aquele tempo que você não vai desperdiçar no futuro. Porque a vida é agora... Não tenha medo do futuro, apenas lute e se esforce ao máximo para que ele seja do jeito que você sempre desejou. A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.
- Postado por: Serelepe às 17h14
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Palco da vida Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá a falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade. Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz… E, quando você errar o caminho, recomece. Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um obstáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário. “Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…” Fernando Pessoa
- Postado por: Serelepe às 18h20
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A Borboleta Azul Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder,outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio. - O que você vai fazer? - perguntou a irmã. - Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada! As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando. - Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta? Calmamente o sábio sorriu e respondeu: - Depende de você... ela está em suas mãos. Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe a nós escolher o que fazer com ela. O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. "Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
- Postado por: Serelepe às 11h36
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Para refletir... Se você acordou esta manhã com mais saúde do que doença... você é mais abençoado do que o milhão que não sobreviverá a esta semana.
Se você nunca passou pelo perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia de uma tortura, ou as aflições da fome, você está à frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo. Se você pode freqüentar uma sessão de igreja sem o medo de molestamento, prisão, tortura, ou morte... você é mais abençoado do que três bilhões de pessoas no mundo. Se você tem comida no refrigerador, roupas no corpo, um telhado sobre a cabeça e um lugar para dormir, você é mais rico do que setenta e cinco por cento desse mundo. Se você tem dinheiro no banco ou na carteira, e trocados em algum lugar... você está entre os oito por cento no topo desse rico mundo. Se você mantém sua cabeça erguida com um sorriso no rosto e é realmente agradecido... você é abençoado porque a maioria pode, mas não o faz. Se você segura a mão de alguém, o abraça ou mesmo o toca no ombro... você é abençoado porque está a oferecer o toque de cura de Deus. Se você pode ler esta mensagem, você é mais abençoado do que dois bilhões no mundo que absolutamente não podem ler. Se você conhece o caminho da Verdade, o caminho da Liberação, você é abençoado e especial e, se não o põe em prática, está desperdiçando a maior oportunidade de sua vida! Vale a pena refletir não é??
- Postado por: Serelepe às 00h14
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O urso faminto Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina... Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo. Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos. Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. Solte a panela! Autor desconhecido Enviada por: Edeli Arnaldi
- Postado por: Serelepe às 12h48
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Se vê tanta coisa que pode ser chamada de vulgaridade. É na politica, é no dia a dia, mas a verdade é que a vulgaridade está em todo lugar. E sabem qual a última trincheira que a vulgaridade conseguiu chegar? A amizade, ou a suposta amizade. Pessoas que se dizem amigas de repente resolvem aderir à politica nacional e mostrar o quanto são vulgar. Sabe o que penso? Não existe nada pior que a vulgaridade.
- Postado por: Serelepe às 01h48
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Ser ou não ser de ninguém? Eis a questão da geração tribalista por Mônica Montone Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo para reclamar de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Manter-se sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que "toda ação tem uma reação"? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc. Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de cultivar a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu - afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga apenas o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar. Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi transmitida nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo) vendem (na maioria das vezes) a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional. Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optar. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins. Ser de todo mundo, não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão. * * * * * * * * * * * * * * * Esse texto tem sido atribuído a Arnaldo Jabor (como muitos outros), mas é de Mônica Montone, poeta.
- Postado por: Serelepe às 01h18
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